lunes, 17 de enero de 2011
El regalo perfecto
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lunes, 26 de noviembre de 2007
Generador de Excusas
No puedo evitarlo, tengo que contarlo. De vez en cuando y cuando menos te lo esperas encuentras por hay ideas merecedoras un TOMAS (es el equivalente a un OSCAR de holybud pero en informática). Yo le daría uno a esta web por original. Imaginate que tienes que entregar un proyecto y no sabes como explicarle a tu jefe que no va a estar a tiempo. Nada más fácil. Pulsas aquí excusas y ya tienes la solución.
Está tan bién hecho que hasta te explican el algoritmo empleado. Chapó.
Por cierto, si alguien pregunta ¿que Tomás?... yo una cocacola.
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lunes, 1 de octubre de 2007
Metodo BH de reparación de bollos en chapa por Granizadas
El pasado día 17 de septiembre, en el polígono industrial de Malpica (Zaragoza), al que dicen que vive arriba, se le cayó la cubitera cuando abrió por error la puerta del cielo en vez de la del frigorífico. Y los que estábamos debajo sufrimos una impresionante granizada causándonos un sinfín de emociones tales como susto, impotencia, desesperación y rabia, más o menos en ese orden. Para ver alguna muestra pueden pinchar en el blog de mi compañero y saber el alcance de la bandeja con bolas de hielo tamaño pelotas de golf cuando se estrelló contra el suelo. ver aquí
Pero mi blog es eminentemente práctico y por ello vengo a proponer la solución más idónea que el comité de ingenieros (incluido Von Simplen), tras unas semanas de amplia investigación, hemos llegado a la conclusión como el método más efectivo de reparación de los booooollos de nuestros coches. Se ha tenido en cuenta tanto la facilidad de implementación como el presupuesto económico. Después de poner las diversas soluciones sobre la mesa y efectuar las pertinentes votaciones en la sala de reunión (que para eso son) se llegó a las siguientes conclusiones:
La ganadora fue la reparación por el método de Bomba de Hinchar (BH). El sistema consiste en cerrar todas las puertas y ventanas del vehículo y aplicar una bomba de hinchar por el tubo de escape hasta que desaparecen las abolladuras. El método es simple pero hay que controlar la presión del que acciona el equipo.
El segundo método más votado fue el diseño de unas pegatinas con un eslogan simpático que dijera algo así como 'Pedrisco de Aragón, denominación de origen' para ocultar de forma estratégica esas pequeñas imperfecciones que han quedado en la chapa del coche.
Hubo también una propuesta un tanto extraña sobre un método de varillas pero fue rápidamente rechazada ya que solo hubo un ingeniero (que además no es mecánico) que entendía el método.
Nuestra ingeniera jefa propuso untar el coche con crema PONDS ya que a ella su coche le parecía que se le estaba poniendo la chapa como la piel de naranja. La votación de su propuesta fue desestimada aprovechado un momento que salió para ir al servicio.
La votación fue refrendada por un 85%, absteniéndose únicamente aquellos que tenían seguro a todo riesgo con pedrisco (sí porque por si alguien no lo sabe no todos los seguros a todo riesgo incluyen pedrisco en lo asegurado, conviene leerse la letra pequeña).
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miércoles, 26 de septiembre de 2007
Lenguajes de Programación
Ahora que estoy en pleno reciclaje para ver cual es la tecnología que me permita seguir comiendo en el futuro, he visto una página donde esquematiza la historia de los lenguajes de programación:
http://www.levenez.com/lang/history.html
Reto a todo aquel que quiera ayudarme a que los cuente y me recomiende uno, pero advierto que no es fácil, alguno conozco que acabó en el servico médico en su intento.
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viernes, 20 de julio de 2007
Inventos: Una báscula portátil
Es esta época que vivimos, cada día es más difícil inventar algo útil y que realmente sea bueno para la humanidad. Cedo todos los derechos por el bien de aquellas personas, que son muchas, que se deprimen después de comer. No hay nada más frustante al acabar el segundo plato de una comida que has degustado a gusto, que pasar el trago de la elección del postre. Contra más abundante es la comida y más brillantes quedan las yemas de los dedos después del ternasco, más suculento debe ser el postre. Y en este fatídico instante es cuando empieza nuestra amargura. Si seleccionamos el 'pudding de la casa' nos quedamos gordos, grasientos e incómodos en nuestra silla, con tal cargo de conciencia que no nos permite disfrutar la tarta. Si seleccionamos 'fruta del tiempo' nos sentimos como el tonto del pueblo viendo como nuestros vecinos comensales hincan la cucharilla (de cavar joyos, jo, jo, jo) en la tarta de 2 pisos, rellena de nata, turrón y trufas bañada en licor de arándanos.
Hasta ahora la solución era pedirse la tarta primero y el café con Natreen después. Pero que nadie piense que la sacarina reduce las calorías, lo que reduce es la conciencia. Sin embargo puede existir una solución. Si a alguien se le ocurre podría inventar una báscula portátil. Genial ¿no?. Antes de pedir el postre, poco a poco, muy despacio, sacamos nuestra Bascula Portátil y haciendo algún movimiento disimulado nos subimos encima y miramos el peso. Si la báscula portátil no nos deja seguir comiendo pues se le hecha la culpa a ella. Si nos permite seguir engullendo lo que haya, pues adelante y sin ningún tipo de remordimiento. Y a continuación, café con azúcar, moreno.
El diseño no debe ser nada complicado. Simplemente se le debe añadir un muelle a cualquiera de los aparatos con GPS que poseemos actualmente. El GPS calculará la velocidad del pisotón al instante y con eso su peso. Eso sí, antes de usarlo asegúrese de desactivar el aviso de radares próximos, no vaya a ser que a alguien se le atragante el bizcocho.
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martes, 5 de junio de 2007
Método SERGIoM de encriptación inteligente
C u a n t o · m á s · c e r c a · p a r e c e n · e s t a r · l a · m e n t e · h u m a n a · y · l a · d i g i t a l , m á s · a b i s m o s · a p a r e c e n · e n t r e · e n t r e · e l l a s ( O n d i a s ) .Q u e r i d o · l e c t o r , s i · a h o r a · e s t á s · l e y e n d o · e s t e · a r t í c u l o · e s · p o r q u e · a l g u i e n · t e · l o · h a · e n v i a d o , o · p o r q u e · s u e l e s · a p a r e c e r · p o r · a q u í . T ú · n o · h a s · p o d i d o · e n c o n t r a r l o · c o n · n i n g ú n · b u s c a d o r . Y · e s o · e s · r a r o · r a r o · r a r o . E s t e · m e n s a j e · e s t á · c o d i f i c a d o · d e · t a l · f o r m a · q u e · c u a l q u i e r · p e r s o n a · p u e d e · l e e r l o · p e r o · n u n c a · a p a r e c e r á · e n · l o s · b u s c a d o r e s · d e · i n t e r n e t. P u e d e · s e r · u s a d o · p a r a · p u b l i c a c i o n e s , e m a i l , c h a t · o · c u a l q u i e r · t i p o · d e · d o c u m e n t o · d e · I n t e r n e t . Es t e · d o c u m e n t o · d e · e c h o · e s t a · a u t o e n c r i p t a d o .
E s t e · d o c u m e n t o · e s · l a · p r i m e r a · e d i c i ó n · d e · l a · e s p e c i f i c a c i ó n · d e l · S e c u r e · E n c r i p · R a p i d · a n d · G l o b a l · I n f o r m a t i c · o n d i a s · M e t h o d · (SERGIoM), · M é t o d o · o n d i a s · I n f o r m á t i c o · G l o b a l · y · R á p i d o · d e · E n c r i p t a m i e n t o ·S e g u r o .

E d i c i ó n : 1 . 0 , · d e · 6 · d e · J u n i o · d e · 2 0 0 7
R e f e r e n c i a s : I S O , O S I , A N S I , E T S I , I T U , O T I , E T C .
O b j e t o : D e s c r i p c i ó n · d e l · e s t á n d a r · d e l · ú n i c o · m é t o d o · d e · e n c r i p t a d o · q u e · n o · n e c e s i t a · s e r · d e s e n c r i p t a d o .
A p l i c a c i o n e s : I n f o r m a r · e n · l a · r e d · d e · l o · q u e · q u i e r a s · s i n · m i e d o · a · s e r · l e i d o · p o r · u n · r o b o t , i n t e r c a m b i o · d e · p e l í c u l a s · s i n · c o n o c i m i e n t o · d e · l a · S G A E , p o n e r · a · b a j a r · d e · u n · b u r r o · a · t u · j e f e , q u e · g o o g l e · n o · t e · l e a · l o s · c o r r e o s , o p i n a r · d e · p o l í t i c a , o p i n a r · d e · r e l i g i ó n, e t c. , e t c .
D e f i n i c i ó n : B á s i c a m e n t e · e s c r i b i r · u n · t e x t o · y · a ñ a d i r · 1 · e s p a c i o · e n · b l a n c o · d e t r á s · d e · c a d a · l e t r a , · i n c l u y e n d o · l o s · e s p a c i o s · d e · s e p a r a c i ó n · d e · p a l a b r a s .
P a r t e D : D e s e n c r i p t a d o . E s t á · p a r t e · e s · m á s · s e n c i l l a . P r i m e r o · D e s d e · e l · m e n ú · d e · e d i c i ó n · s e · s u s t i t u y e · t o d o s · l o · s e s p a c i o s · d o b l e s · p o r · u n · p u n t o . S e g u n d o · s e ·e l i m i n a n · t o d o s · l o s · e s p a c i o s · s i m p l e s .
E x i s t e · u n · m é t o d o · a ú n · m á s · r á p i d o · q u e · c o n s i s t e · e n · d e j a r l o · c o m o · e s t á · y · l e e r l o · d i r e c t a m e n t e . N o · t i e n e · c o m p l i c a c i o n e s · d e · n i n g ú n · t i p o , s o b r e · t o d o · s i · s e · u s a · t i p o · d e · f u e n t e · d e · l e t r a · A r i a l .
O b s e r v ac i o n e s : E s t e · mé t o d o · ES EL PRIMER MÉTODO ENCRIPTADOR QUE NO NECESITA DESENCRIPTADOR DE LA RED DE REDES.
N o t a · d e l · a u t o r : El metodo
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miércoles, 16 de mayo de 2007
Que dios nos coja confesados... Windous Vista
Bien señores, ya llegó Windous Vista (Home, Premiun o Malamilk) y con ello las horas de insomnio. Es ciencia cierta que el ser humano suele temer a lo desconocido pero acaba acostumbrándose a sus temores e incluso luego saca beneficios. Lo primero que he de decir es que bonito si que es. Y gigas tiene para un rato. Pero intuitivo y práctico... eso es otra historia.
Llevo muchos años en esto de la informática, empecé como hobby y ahora vivo de esto, así que sé que no debería decirlo pero lo diré. ME CAGO EN TOS SUS.....
Mi afición y mi trabajo me ha llevado a tener un contacto bastante cercano al mundo de las Nuevas Tecnologías y aunque este mundo se ha hecho tan grande que tienes suerte si dominas solo alguna parcela, me gusta cuando me piden consejos sobre tal configuración usar o cual aplicación instalar. Bien compañeros, amigos y familia en general, tras una semana con el ordenata nuevo intentando algo tan simple como compartir una carpeta entre el nuevo portátil y la vieja torre he llegado a la conclusión, antes que nadie me pida un consejo darlo Yo gratuitamente: SI NO QUIERES TIRAR EL ORDENADOR NUEVO POR LA VENTANA, PROCURA QUE NO LLEVE WINDOWS VISTA INSTALADO. El que avisa no es traidor. Y que dios os traiga suerte.
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Necesito a alguien que me explique porque si está conectado no responde a los intentos de conexión y porque el problema es el firewall si el firewall está bien configurado. !!AH¡¡ y también lo del recuadro, que eso aún me tiene más mosca todavía. ¡Ah! y también porqué tengo que buscar 17 veces al inútil del administrador del sistema si el sistema es mío y soy su administrador... -¿Me estará engañando con un administrador de redes, el muy...?-
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martes, 24 de abril de 2007
Diseño de un AntiPicaRascaOrificios APRO
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viernes, 13 de abril de 2007
Un ingeniero, un linguista y el MEGARROLLO
Los publicistas deben ser gente muy lista ya que necesitan estar continuamente buscando ideas para vender más y más, y claro, aunque muchas veces aciertan de pleno y nos dejan con la boca abierta, otras tantas dan ganas de darles una patada allí acompañadas de un buen tirón de orejas.
Hoy me toca sobre el último anuncio que he visto de SCOTTEX. Ahora sacan el rollo de papel higiénico que es un MEGAROLLO. Varias puntualizaciones; aunque a veces se juega con el lenguaje no creo que sea este el caso y recomendaria a los señores de Scottex que contraten un lingüista para explicarles porque la palabra megarrollo se escribe con una R doble, o lo que es lo mismo, 2 erres simples... (ya me entienden, es tonto explicarlo).
Otra puntualización se mete un poco en mi campo. Un 'MEGA' es un millón y por tanto este megarrollo debería durar lo que duran un millón de rollos de papel higiénico. Además en la publicidad hablan de que este rollo nunca se acaba. Grave problema, si uno compra el megarollo y se le acaba en plena faena... ¿puede reclamar a la compañía Scottex por publicidad engañosa?
Lo más grave del asunto es que si hubieran o hubiesen puesto un ingeniero en su publicidad, se podrían haber dado cuenta de lo rápido que han quemado el producto. Yo hubiera o hubiese empezado por el decarollo (equivalente a solo 10 rollos), luego sacaría el hectorollo y finalmente el kilorollo. Este último hasta suena bien, y en caso de problemas con la oficina del consumidor podrías argumentar que el rollo pesa un kilo, no que mide 1000 rollos. De esta forma el producto se alarga con muy poca inversión en publicidad.
Para la última puntualización sobre este anuncio hay que irse a la memoria historica. ¿Han comprobado los señores de Scottex si en la jerga de Leticia S. no estaba ya registrada esa palabra? Recuerdese por ejemplo super-chachi, mega-chuli, hiper-guay o super-rollo entre otras.
Donde si parece que han tomado nota es de mi otro apunte tecnológico, ¿se acuerdan de las MAM ?, bien pues ahora resulta que ya hacen rollos con 3 o más capas. Yo todavía no las he usado pero ¿a quién no le ha pasado (espero no ser el único) que al empezar un rollo nuevo de doble capa desenroscas la capa de abajo en vez de las 2 juntas y tienes que tirar un metro de la capa hasta que consigues que se sincronice el rollo? ¿Como se sincronizará un rollo mal empezado con 3 o más capas? Dejo esta pregunta en el aire para que sea contestada por algún sufrido usuario que se haya visto en ese percance.
Antes de terminar quisiera recomendar un curioso articulo que encontré por ahí y que me hizo recapacitar sobre lo complicado que estamos volviendo el mundo con las cosas más simples. ¿Os habéis preguntado si se aplica algún tipo de tecnología a los rollos higiénicos.? Pues si señores y mucha. ¿Saben ustedes que cuando sacan un rollo nuevo para hacer que dure más, acortan la distancia entre las marcas donde se parte el papel? De esta forma hay más trozos y el papel dura más. Una vez que ya nos hemos acostumbrado a lo que dura el rollo se vuelve a alargar los cortes y ya consumimos más rollos otra vez. Que cosas, hasta con esto se las ingenian para engañarnos.
Por cierto en EEUU un tipo puso la cara de B ush en el papel y se forró. Que nadie piense lo mismo aquí. ¡¡¡ Ajjj !!!
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martes, 10 de abril de 2007
Super GUGEL
Google es esto, cuando ya pensábamos que nadie podía toser a microchof va y aparece un nuevo gigante. ¿Y ahora qué?... bueno, pues nada, y como además no tengo acciones suyas podemos divertirnos un rato sacando esas pequeñas tonterías que a los todo-poderosos se les escapan.
Primera:
1.- Escribe en el cuadro de búsqueda 'Encontrar trabajo digno'
2.- Pulsa el botón 'Voy a tener suerte'.
Segunda:
1.- Escribe en el cuadro de búsqueda 'ladrones'
2.- Pulsa el botón 'Voy a tener suerte'.
Tercera:
1.- Escribe en el cuadro de búsqueda 'Una Vivienda Digna a un Precio Razonable'
2.- Pulsa el botón 'Voy a tener suerte'.
Cuarta, este es instructivo:
1.- Escribe en el cuadro de búsqueda 'tontolava'
2.- Pulsa el botón 'Voy a tener suerte'.
Quinta:
-Sabes que la frase 'Voy a tener suerte' es una marca registrada por google (y la versión inglesa tambien).Eso significa que cada vez que pienses que vas a tener suerte deberías pagarle a google por pensar....
1.- Escribe 'Voy a tener suerte'
2.- Pulsa sobre 'Voy a tener suerte'
3.-Google te lo explica.
Última y muy buena (me la pasó José A.):
1.- Vete a maps.google.es
2.- Pincha en " Como llegar" (justo debajo de la caja de búsqueda)
3.- Dirección de origen = Bilbao; dirección de destino = New York
4.- Dale al botón "Como llegar"
5.- Fíjate en la instrucción nº 25
SE ADMITEN COMENTARIOS PARA UNA PRÓXIMA EDICIÓN
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domingo, 25 de marzo de 2007
Un día de 23 horas en la Puerta del Sol
El acontecimiento empezó un par de horas antes, a media noche (o a principio de noche según para quien), cuando un transeúnte que pasaba por el KM.O, le cayó una mota al ojo y miró para arriba. Vio esplendoroso nuestro querido y reluciente reloj que marca impasible el paso de los años. El transeúnte en cuestión, sin dejar de mirar, comentó con el vecino: -Aquí, ¿Como cambian las horas?- EL compañero de acera no supo contestar ante tan directa pregunta y se quedó mirando al reloj. Al cabo de 10 minutos ya eran más de 40 personas de todas las razas y colores los que miraban hacia arriba. En una hora no cabía más gente en las aceras ya que se corrió el rumor que iba haber fuegos artificiales o un mentalista iba a pararlo a las 2 menos 5.
El caso es que hasta la policía tubo que hacer frente para evitar altercados ya que todo el mundo quería sitio. En una esquina un señor con gabardina roja y bufanda dijo de broma que se apostaba a que hoy no se movía el reloj. Las apuestas subieron hasta más de 1000 euros para saber a que hora llegaba el funcionario que movía las saetas e incluso si aparecería el domingo o el lunes.
A eso de las 2 en punto el reloj marcaba su hora ajeno a lo que abajo sucedía, el mentalista no apareció. De repente se hizo el silencio y se creo la mayor espectación.
--- La saeta pequeña avanzó un ángulo de 30 grados sin errar ni en medio segundo y mientras, la saeta grande continuó con el dedo señalando las 12, impasible.---
...
Para mí, esa noche fue un poco triste y me explico:
- Primero, el reloj no es suizo, debe ser digital del Japón ya que en un reloj de manecillas es imposible mover la saeta pequeña sin mover la grande y además nadie mueve las saetas sin pasarse y tener que volver un poco hacia atrás.
- Segundo, alguien me robó una hora me mi vida descaradamente, acababa de salir y ya se había hecho la hora de volver.
- Y tercero... Yo no estaba allí... (:-(
[dedicado a todos aquellos que estuviesteís allí]
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viernes, 9 de marzo de 2007
E.I.P. (Experimento de Ingeniero en Paro)
La siguiente chorrada de ingeniero es un experimento científico - técnico:
- terra - pasión de gavilanes - navidad - el corte ingles - la caixa -
Datos del experimento:
Dia 1: 9-3-07 => 200 visitas, 0 comentarios.
Día 2: 10-3-07 => 221 visitas, 0 comen, bien vamos,
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jueves, 1 de marzo de 2007
El Tecno-Colchón
Esta semana toca cambiar el colchón porque tal como nos ha vendido la publicidad, 'con más de 10 años (el colchón) te dolerá la espalda'. En realidad la espalda te duele independiente de los años del colchón pero no voy a discutir con ella (...). Recuerdo que al principio los colchones eran de lana, la colcha pesaba 25 kilos y la luz se apagaba sola a las 10. Con 10 horas de sueño no había problemas de espalda y si los había pues... 'Te vas a dormir con los animales' . Además el colchón te lo asignaban a dedo, nada que objetar, que el pajar está frío.
Luego vino la segunda época. Ahí si que nos engañaron. Quien no se acuerda de los colchones de espuma que nos cambiaron porque era el no va más. Y del 'COLCHONEROOOO LANEROOOO... cambio colchón de lana...'. Todos corriendo a cambiarlo y en el primer salto sobre la cama dabas contra las tablas o el hierro del mueble.
En la tercera época ya me tocó elegir algo, entonces se llevaban los de muelles. Elegir no parece que fuera muy difícil pero el vendedor te subía el precio al doble dependiendo si los muelles eran norma cuadrada, redonda triangular o a bloques. Luego añadía el forro estándar o luxe (como si se fuera a ver la cama debajo las sabanas).
Finalmente ahora estamos en la época actual, pleno siglo XXI, y Yo ilusionado (pero no mucho) me fui a una tienda a comprar un simple colchón de 135cm para dormir, que diera unos pocos mimos a mi maltratada espalda y un uso normal de descanso o algo que se tercie de vez en cuando. No puedo describir las variantes, solo enumerarlas:
-colchón blando de muelles especial para cama normal, -colchón duro de muelles especial para cama laminar, -colchón autonido de látex especial para cama canapé, -colchón mezcla muelles-látex especial para cama de tiras, -colchón mezcla látex-muelles especial para cama anormal, -colchón elicoidal de un solo hilo especial para cama playera, -colchón izquierdo-viscoso derecho-antiescaras especial para matrimonio casi normal, -colchón viscoso con memoria especial para todo tipo de camas menos la suya, -colchón ortopedorrico... -colchón viscolástico..., etc., etc., etc. etc. A esto se le añade la funda en distintos acabados y las almohadas juntas-separadas-blandas-duras-blancas-o-color que dependiendo del modelo vienen con el colchón o se compran por separado. El precio del conjunto de un solo colchón va de 900 euros a 3000 eurostias.
Después de esto y aún mareado me atreví a preguntar por un colchón más normal de 90cm para niño... 'Te recomiendo de muelles, 99'50 euros y te lo llevamos a casa'.
Desde aquí solicito a los fabricantes de alta tecnología el colchón definitivo, único, programable, auto ajustable, inlavable, impermeable, duro pero moldeable, eterno, antiniños y visitas no deseadas, manta eléctrica incorporada, bar y doble fondo con candado para las joyas. Todo ello con un mando a distancia (cordless para no enredarse con la manta eléctrica y el cable del cama-bar) y cuyo uso principal será dormir cuando me apetezca. AH! Y precio el de niño, que lo que me duele ya no es la espalda.
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lunes, 19 de febrero de 2007
Maquinillas de Afeitar MultiHoja MAM
Ya en los años 80 se veía que con el avance de la tecnología la cantidad de nuevos productos iban a crear problemas y se ideó la idea de crear revisiones de los mismos para aprovechar las publicidad y las ventas anteriores en beneficio del nuevo producto. El primer caso que recuerdo es en la película de 'Regreso al futuro II', en una escena que aparecia la promoción de 'Tiburón 33' o que decir tiene de los microprocesadores de Intel que decidieron quedarse en la edición 5 (pentium) para reinicializar la cuenta. O Windows que ha decidido volver locos a todos poniendo nombres en vez de números (¡si por lo menos estuvieran en orden alfabético!)
- Poner las hojas en Matriz de 2 filas por 5 hojas (3 por 6, etc.) para que fácilmente se pueda ampliar el número de hojas sin quebraderos.
- Poner el mango flexible, de esta forma la maquinilla se adapta sin problemas a las rugosidades de la cara (barbilla-boca-nariz).
- Introducción de tecnología; pequeños servos acoplados en las hojas que las elevan o bajan según el tipo de piel. Se podría crear una maquinilla universal para piernas, sobacos, cara y cabeza. E incluso con más de 16 hojas sería la maquinilla familiar (papa, mama, hijo e hija). Otros modelos de familia política.
- También se les podría acoplar al mango el despertador o el calendario con aviso. Si no te afeitas de lunes a viernes o tienes una cita importante suena un molesto pitido hasta que lo haces.
- Y la última novedad con WIFI. Esto no se muy bien la aplicación final pero algo tienen que pensar los del I+D y ventas.
Se admiten más sugerencias.
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miércoles, 14 de febrero de 2007
Televisión e internet en el Movil.
Resulta que en una feria de estas en Japón anuncian un teléfono móvil que puedes ver la TV y navegar por Internet a la vez (...).
Vaya, ahora que me he comprado la plasma de 42 pulgadas y el sourround de 7+1 altavoces resulta que lo último es verlo en la palma de la mano. Algo no cuadra, si ver Matrix puede ser penoso me imagino ver el fútbol, pelota tamaño de pixel y gritar al arbitro por un gol fantasma cuando no distingas en cual de las 2 porterías ha entrado la pelota con el saque de centro.
Lo de 2 visiones a la vez creo que es más fácil, solo recomendaría que los teléfonos fueran de concha y tuvieran 2 pantallas interiores, así, con un pequeño soporte se podría sujetar el teléfono a las gafas y mirar cada cosa por un ojo.
En fin, no sé si se nota que la 3G no acaba de emocionarme. De hecho contribuyo quiero contribuir un poco al conocimiento de esta tecnología para indicar a todos aquellos poseedores de un 3G y que no la utilizan (por cobertura o por no saber para que usarla) que si buscáis en las opciones de estos teléfonos y desactivas la red 3G la duración de la batería del teléfono aumenta hasta 4 veces. No es falacia, simplemente el teléfono deja de buscar estas redes y por tanto consume mucho menos (buscar la red cuando no hay o se pierde la cobertura para sincronizarse necesita mucha más energía que estar en reposo en la red que sea).
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